domingo, 6 de setembro de 2009

"O dito Alentejo"

Terça-Feira, 18h30m da tarde, (se está 18h, nao podia ser da manha... enfim...) apanho o expresso (nao o café em sim, mas o autocarro!) para Mourão, mais especificamente, Alentejo.
Alguns chamariam.lhe "Fim do Mundo", outros até "Cú de Judas", mas todos teriam razão se lhe chamassem "qualquer coisa desinteressante"!
Até ao momento (Sexta-Feira, às 03h02m), só tenho feito dormir, comer, ver séries e jogar. Não que eu nao costume fazer tudo isto sozinho (especialmente a parte do dormir vá...), mas aqui no Alentejo, tou tão sozinho que chego a considerar os mosquitos os meus melhores amigos (talvez os ponha no top do hi5 um dia!). Tão amigos que me vêm picar durante a noite para eu nao me esquecer deles... Tão queridos...
Está um calor tal que me tirou o sono e a vontade de dormir (e quanto sono devo ter eu para me ter repetido agora...).
Há aqui tanto velho e que pelos vistos são meus primos e tios, pelo menos a minha mãe assim o diz. E a cada um deles dou-lhes a minha certeza de nao os reconhecer da próxima vez que lá puser os pés! E agora que me livrei de um pouco de estupidez acumulada no cérebro, vou tentar dormir pois a minha mãe também me deu a sua certeza de que amanhã irei "levantar o cú da cama cedo" para a ajudar em limpeza...
Só motivos para continuar a cá vir!

"Msn"

Há muito tempo que leio uns "nicks" nos "mails" de amigos meus e que dizem "Não estou para ninguém" ou então "Não incomodar" e nunca liguei muito a isto (sim, porque eu consigo ser muito chato quando quero!). Mas há pouco tempo deu.me para reflectir sobre o assunto (não, eu não tenho vida!) e cheguei a duas conclusões: primeiro, que foi uma perda de tempo e segundo, se o "msn" é um programa propositadamente para falar, qual é o sentido de as pessoas ligarem o "msn" para depois dizerem "Não estou para ninguém!"?
A única conclusão que retiro desta mesma conclusão é que chegámos a todo um mundo altamente inovador de calhandrice (calao para cusquice) altamente inovador, pois se as pessoas nao têm o "msn" ligado para falar, só pode ser para estar atento a quem entra "online". E agora para os mais atentos (para nao chamar outra coisa...) até têm no rodapé o que os outro fizeram ou disseram... Enfim... As melhoras!

domingo, 19 de julho de 2009

18/07/09

Apenas uma palavra... Inesquecivel!

segunda-feira, 6 de julho de 2009

As desculpas...

Vou dedicar este texto ao tema "desculpas", pois tenho lidado com elas desde a alguns dias.
Correndo o risco de ferir susceptibilidades, vou ser extremamente sincero quando digo que acho extremamente hipócrita, uma pessoa magoar outra e no momento a seguir pedir desculpas e esperar que fique tudo bem. E o mais estranho é que há gente que consegue perdoar logo, como se nao tivesse acontecido nada.
E sendo assim, eu pergunto: "Para que servem as desculpas? Se tu me magoas e eu te perdoo logo para quê desculpares.te?".
O que aconteceu àqueles dias de reflexão, arrependimento e em alguns casos até remorsos, desde que uma pessoa pede desculpa até ser desculpada? É que este período de reflexao ajudava as pessoas a terem mais consciencia e a pensarem duas vezes (as pessoas mais lentas tres ou quatro), antes de cometerem o mesmo erro. E aí sim, as desculpas tinham o seu impacto. No meu tempo, quando magoava alguém, tinha de sofrer até me perdoarem, mas pelos vistos isso agora mudou.
Enfim, é só uma perspectiva da "coisa". Whatever...

A Saudade...

A saudade. Uma palavra exclusivamente portuguesa e que acarreta consigo um sentimento e se for bem explorada, consequentemente pode trazer outros.
Passo a explicar: Por definição (pelo menos na minha), a saudade resulta da ausência prolongada de uma pessoa que nos é "diferente". Essa ausência pode dar.se por vários factores: Quando essa ausência resulta duma necessidade, a saudade é o unico sentimento que vem ao de cima. Agora quando essa ausência, nao tem explicaçao, quando é simplesmente uma ausencia, há varios sentimentos que vêm por arrasto.
E porquê? Porque nos começamos a questionar... "Porque é que essa pessoa se ausentou? Será que se passou alguma cena que nos afastou? Será que a minha presençao já nao lhe agrada? E porquê? E se essa pessoa já nao gosta de nós e nao sente a nossa falta, será que devemos continuar a ter saudades dessa pessoa?". E assim em pouco tempo, passamos de uma dúvida sobre a ausencia de uma pessoa, a uma suposta certeza de que devemos esquecer essa mesma pessoa. E se eu supostamente quero esquecer estas pessoas, porque é que escrevo sobre elas? Nao será dar.lhes a atençao que eles nao merecem? Obvio que sim. Mas isto é somente culpa minha, porque apesar de tentar esconder este sentimento à superficie, ele permanece escondido lá no fundo, e de vez em quando decide dar um ar da sua graça.
Enfim, resumindo, sou uma pessoa "transparente" com todas as consequências que isso implica...